O que é DIRF e para que serve?

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O que é DIRF e para que serve?

Entender o que é a DIRF (Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte) e saber para o que ela serve é fundamental para não ter problemas fiscais e contábeis futuramente.

No entanto, como ocorreram algumas mudanças para esse ano de 2021, iremos esclarecer algumas dúvidas que estão surgindo para começar o ano cumprindo de maneira correta esses deveres.

Então, o que é DIRF?

É a Declaração do Imposto de Renda Retido da Fonte, sendo uma obrigação acessória que deve ser apresentada ao governo todos os anos.

Sendo emitida pela fonte pagadora, podendo ser tanto pessoa física quanto uma empresa, seu objetivo é informar à Receita Federal os valores de imposto de renda e outras contribuições que foram retidos com pagamentos a terceiros. 

Para que serve a DIRF?

A DIRF é utilizada pela Receita Federal com fins de fiscalização. O principal objetivo é combater a sonegação de impostos, comparando as informações comunicadas pelas empresas sobre seus colaboradores com aquelas autodeclaradas pelos contribuintes.

Por isso, é de extrema importância que os dados e cálculos de montantes fornecidos estejam corretos. A empresa e o colaborador estão sujeitos a multas, em casos de divergência ou não cumprimento no prazo estipulado, após a análise de quem errou.

Para declaração após o término do prazo, o pagamento da multa será de R$41,43 por documento. No entanto, para as informações que forem comprovadamente falsas, a multa será de 300% sobre o valor declarado de forma errada.

Quem é obrigado a preencher?

Contudo após serem apresentadas as novas regras para 2021, ficou estabelecido que será obrigatório o seu preenchimento às empresas optantes pelos regimes do Lucro Real, Lucro Presumido ou Simples Nacional.

Dessa forma deverão constar na declaração, os seguintes aspectos:

  • Rendimentos pagos às pessoas físicas, inclusive os isentos e não tributáveis com o valor superior de R$ 28.559,70 (considerando a tabela do ano vigente);
  • Custos pagos com retenção de imposto de renda e contribuições na fonte;
  • Valores referente à previdência privada, plano de saúde coletivo empresarial e pensões alimentícia;
  • Valores pagos ao trabalho sem vínculo empregatício, quando o valor pago no ano for superior a R$ 6.000,00.

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